terça-feira, 3 de julho de 2007

Acidentes rodoviários

Uma noite destas, estava eu perfeitamente instalado na minha cama, a assistir às sempre interessantes Televendas, quando ouvi um estrondo na rua. Pensei: 'Fogo, é desta que o psiquiatra me interna, até já ando a ouvir sons!'. Mas não, tratava-se de um acidente envolvendo dois veículos motorizados de quatro rodas, ou para os mais complexos, dois carros.

Senti imediatamente uma enorme preocupação com os passageiros, e fiz o óbvio: desci as escadas, fui até ao telefone, passei por ele, e dirigi-me ao frigorífico para comer. Voltei ao quarto e ouvi qualquer coisa do tipo 'liga à ambulância!' e a respectiva resposta 'não tenho bateria!'. Fiquei com o coração partido e decidi tomar medidas: fui dormir.

Mas passando este episódio à frente, falemos de acidentes a sério, daqueles em que os carros voam 2 quilómetros depois do embate, ficam todos achatados mas que continuam a andar. Isto sim, é um acidente a sério!

O que mais me fascina nesses acidentes são os feridos: um gajo com uma perna colada às pernas, a cabeça virada para trás e alguns até com um olho na mão... Chega então um habitante local, depara-se com este cenário e lança para o ar 'Quer que chame a ambulância?'. O ferido não responde, e então o tal senhor/a vem com o ditado salvador: 'quem cala consente', e lá chama o referido transporte hospitalar.

Mas os acidentes também têm partes más, na medida que não são boas, o problema é que são tão poucas que nem vou aqui alongar-me nesse aspecto.

domingo, 24 de junho de 2007

Título não mencionado, obrigando as pessoas a lerem o post nem que seja apenas para saber do que se trata (falo claramente de pessoas estúpidas)

O tempo passa, os posts do meu blog não... É assim a vida, cheia de coisas más!

E que vim eu, desta vez, aqui expôr? Admito que fiquei bastante tempo a pensar no assunto: lembrei-me dos exames, lembrei-me das férias e até da praia... Mas não arranjei nada com que pudesse fazer chacota nestes temas. Lembrei-me então, num momento de magia, falar de música.

Não vou bem falar de música, porque, hoje em dia, isso não existe... Há o belo do hip-hop, o trance (som dos carrinhos de choque) e até o Reggaeton (ou o caralho). Mas de música, nada.

Começando pelo hip-hop, uma das coisas que mais estranho neste estilo de música (será mesmo?) é a fantástica capacidade que os cantores (serão?) possuem de dizer mais asneiras do que palavras e ainda assim colocar os seus fans a gritarem as suas letras... Um fan a vibrar com hip-hop será algo do tipo (traduzindo para português): 'merda merda merda merda merda merda! Oh filho da puta! merda merda merda merda merda merda! Oh filho da puta!'. Digam lá se não demonstra uma enorme falta de educação...

Depois temos o trance! Para quem não sabe o que é, eu gosto de dizer que é uma espécie de barulho com nada... Mas atenção, este estilo musical quando em discotecas até que é aceitável, tudo o resto é pura estupidez.

O Reggaeton (ou o caralho) é um género que necessita de bastante energia, sendo um dos grandes êxitos, 'Gasolina'... No entanto porque não adoptar um motor a diesel poupando assim a longo prazo com consumo de gasóleo? É a pergunta que se impunha, e deixo-a aqui para reflexão.

A ideia era falar de música, eu juro mas depois percebi que para falar de música tinha de fazer um post acerca do tempo de há umas décadas atrás e isso poderia levar-vos a pensar na minha idade e caso a descobrissem, este blog deixaria de possuir qualquer credibilidade (tem alguma?).

Quero por fim salientar que não falei de 'música' pimba por enorme respeito a Tony Carreira, Quim Barreiros, Toy e por aí adiante que não merecem a vergonha de ser colocados no mesmo post em que se fala de hip-hop, trance e reggaeton (ou o caralho).

terça-feira, 12 de junho de 2007

O Postiga marcou um golo

Aproveita este espaço para glorificar o acto deste senhor. É na minha opinião o acontecimento do milénio e quiçá do século.

sábado, 19 de maio de 2007

PiTiSmO, LoLãO!

O que é pior que um post deste blog? Não, não são aquelas pessoas denominadas pitas que escrevem aXiM e que quando em hi5's fazem comentários do tipo 'Bonitona! Lolão! Bisus'. Não! A única coisa que é pior que um post deste blog é mais do que um post deste blog. Mas não se pense que esta foi uma conclusão fácil de tirar, porque as tais denominadas pitas são um concorrente naturalmente à altura.

O que me enerva bastante nas pitas é o facto de estas até serem pessoas fisicamente bem arranjadas e coiso mas que psicologicamente deixam bastante a desejar. Até eu próprio, que sofro de claros desvios mentais, consigo perfeitamente perceber que escrever aXiM ou dizer Lolão não é propriamente algo que nos faça subir na popularidade. Falando claro, na escala de popularidade das pessoas. Caso falemos da escala pitesca, então aí sim, dizer Lolão coloca-nos no topo.

Mas não podemos falar de pitismo sem referir o habitat natural desta espécie animal: o hi5. Até hoje não entendo o porquê de este site se chamar hi5, e não hIfIvE. Ok, não deveria ter dado esta proposta, que concerteza irá aparecer nos próximos tempo no email de sugestões do referido website. Mas depois de ver no referido sítio algo do tipo 'Ainda não tens vídeos :(', percebi imediatamente que a administração do hi5 não liga minimamente ao seu site. Senão vejamos, sabendo a dita 'merda' que se vê nos vídeos que por lá andam, o smiley não deveria ser :( mas sim :D. Tirem as vossas conclusões.

Por fim, falar de algo relativamente recente: os pitos (o nome pode enganar -.-). E o que são os pitos? Ora são espécimens do sexo masculino que têm atitudes relativamente abixanadas ao copiarem os comportamentos das pitas. Sim!, porque eu já vi rapazes (inclusivamente amigos meus, mas não quero falar disso) a dizerem 'muito linda a menina! Bizzus'. Necessário comentar? Não me parece.

Mas é claro que mais do que um post deste blog é bem pior que tudo isto, quem duvida?

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Suicídio

Depois de falar de cenas sem sentido algum, mas que no final até parecem bonitas, presumo que pensassem que continuaria a escrever sobre coisas más. Mas como gosto de contrariar, irei para um tema mais leve: suicídio.

E porquê falar de suicídio? Porque me apetece, ora! Para começar peço que todas as pessoas de quem não gosto e que estejam a pensar suicidar-se, para não continuarem a ler este post, pois ele irá fazer mudar de ideias todos os que tiverem esta intenção.

Mas o que leva afinal alguém a querer-se suicidar? Só me vem uma palavra à cabeça: estupidez. Porquê? Que pergunta merdosa, já disse que é devido a ter sido a primeira palavra a vir-me à cabeça.

Passado o tema da causa do suicídio, distintamente, diga-se, abordo agora o tipo de pessoa que o comete. E o primeiro adjectivo que me vem à cabeça para caracterizar este tipo de pessoa é 'estúpida'.

Outro tema relativo ao suicídio passado distintamente, e agora falo das consequências:
1ª - Transporte do corpo para a morgue
2ª - Transporte para o cemitério
3ª - Enterro
Sucintamente, serão estas a consequências.

Depois desta análise detalhada aos mais diversos temas relativos ao suicídio, passemos ao impacto na sociedade.

Generalizando, ninguém gosta de falar de suicídio, ninguém gosta que eu tenha feito aqui este post (por todas as razões referidas ao longo de todo este blog e ainda mais algumas), ninguém está a ler isto e ninguém relativamente inteligente (existe?) mudou de ideias depois deste post.

Mas eu tentei...