quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Best-seller [ Prefácio ]

Sempre quis escrever um livro que se tornasse best-seller, um livro cujo o próprio nome se confundisse com a designação best-seller. Para quem não sabe os best-seller's são livros que atingem o topo de vendas, garantindo assim o nome de best-seller [em português, melhor compra (espero que não haja nenhum entendido em inglês a ler isto)]

Mas como tudo isto são sonhos, vou publicar o livro aqui (ou então não e isto é só mais um post para vos fazer pensar que ao menos há alguém no mundo pior que vocês, que não terá qualquer continuação).

E como todos os livros de categoria, este terá um prefácio. No entanto não tenho dinheiro para pagar a alguém que o faça. Assim, serei eu mesmo a fazê-lo, assinando-o com o nome do meu ídolo (verão depois qual é).

Cito então o prefácio:


Prefácio

Quando me deparei com esta ideia, duas palavras me vieram instantaneamente à cabeça: "u i". Obviamente era o Rui que estava a pisar-me os pés.

Já sentados, a discutir aspectos relativos ao projecto, como o tipo de letra em que iria ser escrito, a cor da mesma e até o tamanho, uma pergunta me assolou a mente: "Como iríamos ter a certeza que aquele livro iria ser best-seller? Que tema seria esse que faria tanto furor?". Partilhei as minhas preocupações com o Rui e ele rapidamente me respondeu: "'Pá, é o seguinte: o livro vai ter como título Best-Seller por isso, mesmo que só sejam vendidos meia dúzia, o livro poderá sempre ser chamado por essa designação."

Passaram algumas semanas e o livro começou a ganhar forma: já havia folhas brancas para as cópias, e eram folhas de qualidade, não pensem que eram dessas fininhas, que deixam ver de um lado para o outro.

Só eu e o autor deste livro sabemos o trabalho que ele deu, os minutos, e talvez até quartos de hora, que perdemos a discutir acesamente a cor da capa e até se deveríamos colocar os capítulos com números romanos ou árabes. Foram dias de intenso trabalho, sem dúvida.

Quando finalmente pude ter nas minhas mãos o trabalho final, proferi rapidamente três palavras: "fo da se". Era o Rui a pisar-me os pés.

Jorge Nuno Pinto da Costa
(ok, esta parte é a brincar)

sábado, 4 de agosto de 2007

Férias

Cansado de mostrar a minha estupidez sempre às mesmas pessoas, decidi ir de férias e achei por bem mudar de país por uns dias (mais concretamente, uma semana). Foi com este intuito que decidi ir para o Algarve.

Obviamente vocês nada têm a ver com isso mas achei por bem vir aqui alertar para certas situações.

Primeira delas:



Comentário: Só mesmo num outro mundo é que há marcas com um marketing tão à frente.

De seguida quero salientar a visão futurista do decorador de interiores de um prédio já com alguns anos mas que agora está mais actual que nunca:



Comentário: Vans?! ( a imagem está de lado )


Houve ainda grandes momentos de espectaculares encontros de raquetes na praia, no entanto envergonha-me recordar isso.

Como em todas as férias há frases que marcam:

•• Ontem por esta hora já era meia noite.
•• Nunca ninguém tinha visto a cara de El Solitário. Sabe-se agora que se chama Jaime e é homossexual.
•• Compras-lhe um pópó a pilhas.
•• Será que se me baixar e cortar as mamas pensam que tenho 10 anos e me deixam ir para os insufláveis?


E claro, falta a imagem das férias, aquela imagem que fica para sempre:




Gozem-me então.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Acidentes rodoviários

Uma noite destas, estava eu perfeitamente instalado na minha cama, a assistir às sempre interessantes Televendas, quando ouvi um estrondo na rua. Pensei: 'Fogo, é desta que o psiquiatra me interna, até já ando a ouvir sons!'. Mas não, tratava-se de um acidente envolvendo dois veículos motorizados de quatro rodas, ou para os mais complexos, dois carros.

Senti imediatamente uma enorme preocupação com os passageiros, e fiz o óbvio: desci as escadas, fui até ao telefone, passei por ele, e dirigi-me ao frigorífico para comer. Voltei ao quarto e ouvi qualquer coisa do tipo 'liga à ambulância!' e a respectiva resposta 'não tenho bateria!'. Fiquei com o coração partido e decidi tomar medidas: fui dormir.

Mas passando este episódio à frente, falemos de acidentes a sério, daqueles em que os carros voam 2 quilómetros depois do embate, ficam todos achatados mas que continuam a andar. Isto sim, é um acidente a sério!

O que mais me fascina nesses acidentes são os feridos: um gajo com uma perna colada às pernas, a cabeça virada para trás e alguns até com um olho na mão... Chega então um habitante local, depara-se com este cenário e lança para o ar 'Quer que chame a ambulância?'. O ferido não responde, e então o tal senhor/a vem com o ditado salvador: 'quem cala consente', e lá chama o referido transporte hospitalar.

Mas os acidentes também têm partes más, na medida que não são boas, o problema é que são tão poucas que nem vou aqui alongar-me nesse aspecto.

domingo, 24 de junho de 2007

Título não mencionado, obrigando as pessoas a lerem o post nem que seja apenas para saber do que se trata (falo claramente de pessoas estúpidas)

O tempo passa, os posts do meu blog não... É assim a vida, cheia de coisas más!

E que vim eu, desta vez, aqui expôr? Admito que fiquei bastante tempo a pensar no assunto: lembrei-me dos exames, lembrei-me das férias e até da praia... Mas não arranjei nada com que pudesse fazer chacota nestes temas. Lembrei-me então, num momento de magia, falar de música.

Não vou bem falar de música, porque, hoje em dia, isso não existe... Há o belo do hip-hop, o trance (som dos carrinhos de choque) e até o Reggaeton (ou o caralho). Mas de música, nada.

Começando pelo hip-hop, uma das coisas que mais estranho neste estilo de música (será mesmo?) é a fantástica capacidade que os cantores (serão?) possuem de dizer mais asneiras do que palavras e ainda assim colocar os seus fans a gritarem as suas letras... Um fan a vibrar com hip-hop será algo do tipo (traduzindo para português): 'merda merda merda merda merda merda! Oh filho da puta! merda merda merda merda merda merda! Oh filho da puta!'. Digam lá se não demonstra uma enorme falta de educação...

Depois temos o trance! Para quem não sabe o que é, eu gosto de dizer que é uma espécie de barulho com nada... Mas atenção, este estilo musical quando em discotecas até que é aceitável, tudo o resto é pura estupidez.

O Reggaeton (ou o caralho) é um género que necessita de bastante energia, sendo um dos grandes êxitos, 'Gasolina'... No entanto porque não adoptar um motor a diesel poupando assim a longo prazo com consumo de gasóleo? É a pergunta que se impunha, e deixo-a aqui para reflexão.

A ideia era falar de música, eu juro mas depois percebi que para falar de música tinha de fazer um post acerca do tempo de há umas décadas atrás e isso poderia levar-vos a pensar na minha idade e caso a descobrissem, este blog deixaria de possuir qualquer credibilidade (tem alguma?).

Quero por fim salientar que não falei de 'música' pimba por enorme respeito a Tony Carreira, Quim Barreiros, Toy e por aí adiante que não merecem a vergonha de ser colocados no mesmo post em que se fala de hip-hop, trance e reggaeton (ou o caralho).

terça-feira, 12 de junho de 2007

O Postiga marcou um golo

Aproveita este espaço para glorificar o acto deste senhor. É na minha opinião o acontecimento do milénio e quiçá do século.